Quanto custa um serviço de Decoração de Interiores na Zaask 250€ - 2500€

Preços com base na média nacional

Fazer a decoração de interiores é muito mais do que escolher as cores das paredes e o tecido das cortinas - um estereótipo ainda hoje associado com a actividade. O trabalho do/a decorador/a de interiores pode ser verdadeiramente complexo e ultrapassa a dimensão estética. Obviamente que esta é uma grande prioridade, mas a actividade de decoração também tem como objectivo a criação de um ambiente funcional para todos aqueles que o habitam ou apenas passam por lá. 

O/a decorador/a de interiores pode ser contratado/a para planear desde a estética de uma divisão ou da habitação inteira até de um espaço comercial. O trabalho de decoração de qualquer área é feito de acordo com os estilos preferidos dos e das clientes, variando entre as tendências mais contemporâneas até aos estilos mais rústicos e clássicos. Na prática, as tarefas do/a decorador/a podem ser as mais variadas: escolha da paleta de cores, seleção de tintas, pavimentos, acabamentos, iluminação; depois, escolha de móveis, objectos decorativos, peças de arte, e planeamento e disposição espacial destes. 

O custo médio para um serviço de um ou uma profissional de decoração de interiores é de 500€. Mas, especialmente nesta área de trabalho, o tamanho do projecto e valor dos materiais são os factores que realmente ditam o orçamento. Os preços podem então variar entre 250€ e 2500€. 

Contratar um decorador de interiores ou uma decoradora de interiores

A decoração de interiores é, muitas vezes, considerada um serviço dispensável, adicional ou mesmo um trabalho que qualquer um de nós pode fazer. A verdade é que a maioria das pessoas pode decorar um espaço. Contudo, fazer uma decoração esteticamente agradável, funcional e adaptada às necessidades de cada lugar e cliente não é uma tarefa simples.

Tipo de cobrança de um decorador de interiores

  1. Preço por metro quadrado

Muitos profissionais também optam por dar um orçamento por metro quadrado, pois quanto maior o espaço, mais complexo será o trabalho do ou da profissional e em mais questões terá de pensar. Será sempre feita uma avaliação do espaço e que tipo de decoração é a desejada, de forma a poder contextualizar e orçamentar correcta e concretamente. Os preços por metro quadrado variam entre os 4€ e os 12€.

  1. Cobrança à hora

Sobretudo nos projectos de espaços pequenos e que não envolvem trabalhos de construção, os e as profissionais optam por dar um orçamento dos projectos por hora. O preço por hora pode ir dos 15€ aos 80€ .

  1. Valor fixo

Já em projectos maiores, os/as decoradores/as apresentam um custo fixo do serviço, que já contabiliza todas as horas de trabalho. Caso durante o trabalho se façam alterações que envolvam despesas adicionais, então o orçamento é recalculado.

  1. Percentagem do valor facturado

Nalguns casos, o ou a profissional de decoração de interiores pode cobrar uma comissão. Esta percentagem do valor facturado pode mesmo incluir os valores relacionados com custo de construção, mobiliário e material. Isto é, quanto mais elevado forem estas despesas, maior será a comissão do/a decorador/a. Normalmente, este tipo de orçamentação só ocorre em grandes remodelações ou construções de espaços novos. 

Vantagens

Contratar um/a decorador/a de interiores para o projecto de uma casa ou um estabelecimento comercial, é um grande investimento financeiro para muitas carteiras. Mas o resultado final traz vantagens monetárias a vários níveis e a longo prazo.

  1. Economia de tempo 

Fazer decoração de interiores é uma tarefa que consome muito tempo. Portanto, é uma vantagem contratar uma pessoa com os conhecimentos e experiência para encontrar da forma mais rápida as melhores soluções para os nossos espaços.

  1. Estética conquista clientes

A questão estética, sobretudo em lugares como lojas e restaurantes, traduz-se numa vantagem financeira a longo prazo. Um ambiente com um visual original e fiel ao seu conceito é uma excelente carta de apresentação para os clientes, e um motivo para se regressar ao espaço.   

  1. Custo dos materiais

O preço dos materiais é outra das grandes vantagens de se contratar este serviço. Com alguns anos no activo, os e as profissionais de decoração constroem uma rede de contactos e fornecedores que pode ajudá-los adquirir materiais a custos mais reduzidos, o que é um benefício para o clientes.

  1. Poupança

Com a ajuda de um/a profissional de decoração, os clientes podem tirar melhor proveito do espaço que têm. Dependendo dos objectivos, é possível transformar ambientes sem a necessidade de obras ou remodelações extremas. Por exemplo, estes e estas profissionais sabem tirar partido das condições originais de um lugar, como luz natural, e reorganizam móveis de forma a criar a ilusão de que a área é maior. 

Área do espaço

A dimensão do espaço a ser decorado influencia o valor do orçamento. Em termos de custo de materiais, o número de metros quadrados influencia de forma proporcional esta parte das despesas. 

Mas a área do espaço também afecta o custo do mão de obra do/a decorador/a de interiores. Por exemplo, num lugar de 200 m² com uma orçamentação de 10€/m², o ou a cliente paga 2000€ só pela mão de obra do/a decorador/a.

Número e tipo de divisões 

Dois espaços com o mesmo número de metros quadrados podem ter uma discrepância enorme nos preços de decoração. Os estilos de decoração podem facilmente justificar a diferença de valores. Mas existem outros factores menos óbvios que fazem a diferença no orçamento.

  1. Número de divisões

O números de divisões representa uma variável muito grande no tempo de planeamento e trabalho do/a decorador de interiores. Daí que decorar lugares com a mesma dimensão mas mais divisões pode sair mais caro.

  1. Função da divisão

O tipo de divisão (quarto, sala, cozinha, etc.) exige um planeamento específico e tem uma complexidade própria, factores que podem reflectir-se no orçamento. Decorar uma sala com grandes dimensões e com muitos detalhes poderá custar muito mais do que decorar um quarto pequeno ou uma casa de banho, que têm menos elementos decoradores e não precisam de tanta planificação. O preço para contratar um ou uma profissional de decoração para decorar um escritório pode rondar os 100€, já a decoração completa pode ficar à volta dos 500€, já com armários, louças sanitárias, etc. Por outro lado, o preço para decorar um escritório residencial anda à volta dos 500€. Uma sala grande, por exemplo, pode ir parar os milhares de euros. 

Tipos de decoração 

Hoje em dia existem diversas maneiras de decorar uma casa ou qualquer outro espaço. O estilo de decoração pode ir desde o mais clássico ao que está mais em voga. A decoração reflecte não apenas o gosto das pessoas que habitam o espaço, mas também as suas personalidades. 

A lista de tipos de decoração é extensa e o que está mais na moda varia de época para época, assim como de lugar para lugar. Não é fácil especificar exactamente o custo de cada projecto com base no estilo de decoração. Factores como dimensão, quantidade de móveis e objectos de decoração, tipo de material escolhido, entre outros ditam o orçamento. 

  1. Rústico

O estilo rústico traz um pouco do campo para o interior. Focado na natureza, frescura e leveza, procura criar um ambiente acolhedor numa mistura entre o antigo e o moderno. A madeira é a protagonista e objectos de decoração de aspecto rústico dividem o espaço com outros mais modernos. 

Este estilo de decoração vai buscar muito da sua personalidade aos acabamentos. Isto é, à falta deles ou com a criação de superfícies grosseiras, usando muitas pedras, vigas expostas e madeiras toscas. Para o chão, o mais comum é usar-se madeira. Enquanto que as paredes podem ser de pedra, tijolo e também madeira; todos preferencialmente sem acabamento para se criar a tal ideia de “imperfeição”. Já para paredes pintadas, os tons pastéis são os preferidos. 

Em relação à mobília, investe-se em móveis antigos, bem conservados, mas com marcas do tempo. E é nos têxteis que se revelam com destaque as cores e padrões característicos do estilo rústico: tons pastéis e de terra, estampas florais e xadrez. Os objectos decorativos devem remeter para o campo. Alguns exemplos são pinturas campestres, cerâmicas artesanais, objectos de palha e, evidentemente, mesas, cadeiras, camas, cómodas, etc. de madeira com aspecto rústico.

  1. Clássico

O estilo clássico caracteriza-se pelo seu visual requintado e muito detalhado. Os espaços são amplos, com móveis e objectos rebuscados. Os materiais protagonistas são de carácter nobre, como madeiras de carvalho e cerejeira, mármore, porcelana, cristal, bronze, seda e veludo. 

É um estilo fundamentado nas cores sóbrias e sólidas (castanho, azul-escuro, preto, vermelho e verde são as mais aconselhadas). Em contra peso, para suavizar o ambiente são usadas cores mais leves (dourado, bege, creme, bronze e branco).

Predominam móveis e objectos ornamentados e antigos (ou apenas com aparência de tal). Alguns dos exemplos desta ornamentação são os pés de cadeiras e mesas, molduras, espelhos, candeeiros e puxadores muito trabalhados. Aposta-se bastante em sofás, poltronas e cadeiras elegantemente estofados; e em almofadas, tapetes e cortinas que mantenham a harmonia de cores. É um estilo onde os pormenores são valorizados, mas nunca caindo no exagero.

Este é dos estilos em que pode ter de investir bastante. Tal acontece porque quanto mais trabalhados forem os objectos, mais esforço terá de ter por parte dos profissionais contratados para tal ou mais caro será o mobiliário ou os objectos decorativos. Adicionalmente, o mobiliário e a decoração em madeira de nogueira/cerejeira, cristal, seda é muito mais dispendiosa do que outros materiais mais baratos e de menor qualidade. O preço para contratar um profissional de marcenaria e carpintaria pode ir até aos milhares de euros. 

  1. Minimalista

O estilo minimalista é marcado pela sua “decoração mínima”, ou seja, pela utilização mínima de peças. A ideia é criar um ambiente bastante funcional, usando apenas o que é realmente indispensável, mas sem se perder o bom gosto e a noção de beleza.

Neste estilo, o espaço é organizado de forma inteligente, graças ao posicionamento estratégico dos objectos. A presença de molduras, jarros, relógios e livros são aceitáveis, mas em quantidade limitada, sempre numa perspectiva funcional e nunca como decoração propriamente dita. Preferem-se móveis em linha recta, em tons geralmente neutros e como o mínimo de acessórios e detalhes possíveis.

O aproveitamento da luz natural e artificial é uma das principais preocupações neste estilo, sendo a sua marca a presença de um ambiente claro e bem iluminado. Isto leva à escolha de cores como o branco, cinzento, preto e outros tons neutros. Tal como as cores, a própria arquitectura do lugar funciona de maneira a potenciar a luz natural de maneira a engrandecer o cenário. Optam-se por persianas geralmente na mesma tonalidade das paredes e tapetes no mesmo padrão de cores, de modo a manter a harmonia do ambiente.

Uma decoração minimalista não significa que será mais económica mas ao diminuírem-se o número de detalhes e até de mobiliário, de forma a criar espaços amplos, claros e funcionais, fará com que seja um estilo decorativo mais em conta. Para além disso, os próprios móveis e objectos não serão altamente trabalhados como acontece noutros estilos, pois valorizam-se as linhas rectas e as superfícies lisas. 

  1. Moderno

O estilo moderno consiste na busca pela praticidade. Partilha semelhanças com o minimalismo, contudo incluiu mais elementos decorativos e cores menos neutras nos espaços. É um estilo bastante suave e organizado, evitando qualquer tipo de caos, como no rústico; e também é marcado por toques de tecnologia.

A iluminação interior é alta, apostando-se em muita luz natural e luz artificial branca (por exemplo, luzes de LED). Com a tendência de valorizar a claridade,predominam as paredes brancas. Mas também se pintam paredes ou partes delas com uma cor mais forte, de modo a dar mais vida e alegria ao ambiente.

O mobiliário é marcado pela presença de linhas simples e rectas. Há uma tendência a usar móveis de madeira escura ou pretos. Não existem elementos decorativos em excesso, apenas o essencial. A tendência é adquirir poucos elementos, mas de qualidade para que realmente tenham importância dentro do espaço.

Tal como o estilo minimalista, o estilo moderno também é bastante funcional, podendo, assim, conseguir-se um espaço bonito, agradável e adaptado aos dias de hoje sem se ter de investir imenso.

  1. Retro

O estilo retro inspira-se na decoração de interiores dos anos 1950, 1960 e 1970. Mas, em vez de usar peças realmente antigas, cria novas versões. O estilo é regido pela mistura de cores, padrões, texturas e formas geométricas. Por abranger um período de três décadas, uma grande variedade de elementos pode ajudar a criar uma atmosfera retro.

Este estilo oferece uma paleta de cores muito ampla, como laranja, amarelo, verde, rosa, azul e uma combinação-chave: preto, branco e vermelho. As cores mais vibrantes são indicadas para móveis e objectos decorativos, enquanto que para as paredes se reservam tons neutros e papel de parede com padrões.

No que diz respeito ao mobiliário e objectos de decoração, encontram-se muitos materiais metálicos, como alumínio, e plásticos, como acrílico e polipropileno, típicos dos anos 50. Vinil, couro, vidro, cristal e veludo também são marcas da decoração retro. Alguns exemplos de móveis retro são: mesa redonda com pé de tulipa, vinil colorido, puff de veludo, sofá com uma estampa animal ou multicolorida, cadeira de plástico com forma arredondada e futurista, entre vários outros.

  1. Industrial

O estilo industrial recria no interior o ambiente de fábricas e armazéns. É marcado por espaços amplos, muitas vezes sem divisões, e uma aparência inacabada com estruturas expostas e decoração simples, mas elegante. Tem como uma das principais preocupações criar um ambiente funcional, como no minimalismo.

Tijolos, tubos e cabos expostos são marcas típicas do estilo industrial. No entanto, alguns podem optar por uma decoração mais polida e elegante. Muitas vezes são utilizados elementos de arte urbana, como objectos reciclados e paredes inteiramente decoradas com grafites. O preto, branco e cinzento são as cores de eleição, mantendo a sobriedade dos espaços industriais. Mas o grande protagonista é mesmo o cimento, idêntico ao que se encontraria em qualquer galpão ou armazém industrial. Também se podem usar cores mais vivas para contraste, como o vermelho, azul e amarelo, mas de forma muito moderada.

Em relação à mobília do estilo industrial, preferem-se móveis de ferro, aço e madeira maciça com design moderno, apesar de também ser aceitável peças antigas. Muitas vezes, usam-se estantes como paredes divisórias, para além de manterem a sua funcionalidade como móvel.

No estilo industrial, a iluminação tem uma importância vital, uma vez que a sua ausência facilmente pode transformar esta decoração num cenário escuro e sufocante, algo saído de um filme de terror. Predominam as luzes brancas ou diversos focos de luz estrategicamente colocados no espaço. Um elemento essencial desta parte da decoração é o uso de difusores de luz elegantes e com um design moderno. 

Iluminação

Em qualquer projecto de decoração de interiores, a iluminação é um grande desafio para os profissionais. Bem integrada com os elementos decorativos, a iluminação pode potencializar as características dos espaços. É uma parte do trabalho que também exige muita criatividade para que se tire o melhor partido da luz.

A luz natural desempenha um papel importante em todos os estilos de decoração mencionados acima. Aproveitá-la ao máximo é uma prioridade, tanto a nível estético como funcional. Uma das forma de potencializar a luz natural é através do uso de elementos reflectores, como, por exemplo, superfícies de tons claros e espelhos.

Por mais que se queira destacar a luz natural, quando o sol se põe, é indispensável a presença de luz artificial. Com este tipo de iluminação, os/as decoradores também têm de demonstrar bastante criatividade e conhecimento. Para além da sua função de iluminação, a luz artificial pode ser usada para separar áreas, destacar objectos (por exemplo, um quadro ou uma escultura), etc. Actualmente, as lâmpadas incluem tecnologia LED, produzindo diferentes tipos de luz branca (natural, quente e fria). Este pequeno detalhe permite aos profissionais de decoração mudar a luz de acordo com a actividade ou o ambiente que desejam criar.

Os perigos do “faça você mesmo”

Qualquer um pode decorar um espaço, mas não significa que o faça bem. Os e as profissionais advertem que são poucos os casos de pessoas que fazem este tipo de renovações de forma autónoma sem sofrerem atrasos, desvios orçamentais e imprevisto; sem comprarem material acima do preço normal do mercado e sem resultados finais desagradáveis e inesperado. Acima de tudo, o que se verifica é um excesso de gastos difíceis de cobrir, na maioria das vezes. Desta forma, no grande plano, a ajuda profissional é realmente imprescindível.

Investir a longo prazo

Tal como dito anteriormentes, os e as profissionais de decoração de interiores podem oferecer soluções mais económicas para os seus clientes. Quer seja através do custo, durabilidade e funcionalidade dos materiais, encontram forma de poupar dinheiro no momento e também a longo prazo. 

O resultado estético é a derradeira finalidade da decoração, mas a funcionalidade e as necessidades dos clientes também são prioridades. Por exemplo, um cliente que deseje reduzir o consumo energético da sua casa, obriga o/a decorador/a a repensar o espaço em termos de estruturas, materiais, cores, iluminação, etc. Um bom profissional procurará as soluções mais eficientes de modo a manter a sustentabilidade da casa e um visual interessante.

A contratação de um/a decorador/a de interiores potencializa qualquer espaço. Também se revela uma mais-valia no mercado imobiliário, pois todo o investimento feito valoriza imensamente qualquer casa ou área comercial. Como uma boa decoração, ganha-se a vantagem da singularidade, o que possibilita a negociação de valores de venda mais altos.

 

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