Os 15 blogues de alimentação saudável que não pode perder

Depois de um ano marcado pela alteração da alimentação de muitos portugueses, a Zaask seleccionou 15 blogues de alimentação saudável que não pode perder! Nestes irá encontrar dicas, conselhos e receitas para tornar a sua vida mais saudável. Se depois de ler estes blogues entendeu que precisa de ajuda com a sua alimentação, saiba que na Zaask encontra os melhores nutricionistas. Copie este código para partilhar: <div style=”clear:both”><a href=”link to the post”><img src=”https://www.zaask.pt/blog/wp-content/uploads/Top-alimentação-saudável-1.png ” alt=”Top alimentação saudável (1)” /></a></div> Nota: estes blogues foram eleitos pela equipa da Zaask e a ordem da lista é aleatória. Para além disso, como se pode ler no site Nutrimento, “um Nutrimento é uma substância ou princípio nutriente ou nutritivo, elemento útil ao funcionamento do organismo, que é próprio dos alimentos”. Foi esta a definição escrita pelo Dr. Emílio Peres, um dos responsáveis  por instituir a formação superior na área das Ciências da Nutrição em Portugal, e foi também este o nome escolhido para o blog do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, da Direção-Geral da Saúde, como forma de homenagear este ilustre investigador e pedagogo. A UNESCO definiu a Dieta Mediterrânica (DM) como património cultural imaterial da humanidade. Ou seja, como um conjunto de conhecimentos, transmitidos de geração em geração, constantemente recriado pelas comunidades e capaz de lhes proporcionar um sentimento de identidade e de continuidade, promovendo o respeito pela diversidade cultural e a criatividade humana. O conceito de Dieta Mediterrânica teve, na sua origem, o estudo dos hábitos alimentares das populações da Grécia e do Sul da Itália, nas décadas de cinquenta e sessenta do século XX. No entanto, podemos encontrar variantes deste padrão alimentar noutros países da Europa meridional, da zona ocidental da Ásia e da orla costeira do Norte de África. A par da diversidade de costumes e hábitos alimentares destes povos, é possível identificar uma matriz alimentar comum que assenta na produção e no consumo de azeite (Nestle, 1995). A presença abundante de ácidos gordos insaturados (sobretudo monoinsaturados), a partir do consumo de azeite, principal fornecedor de ácido oleico e ácidos gordos polinsaturados ómega 3, provenientes do pescado e dos frutos secos, a par de um baixo consumo de ácidos gordos saturados e trans presentes nas carnes vermelhas, são fatores nutricionais importantes na proteção da saúde cardio e cérebro vascular (Martinez-Gonzalez, et al., 2009; A Trichopoulou, 2003; Antonia Trichopoulou, Bamia & Trichopoulos, 2005;Willett, 2006). A riqueza em vitaminas, minerais e substâncias com elevado potencial antioxidante como flavonóis, catequinas isoflavononas, antocianinas, e proantocianinas, entre outras, que se encontram nos produtos hortícolas, fruta, leguminosas frescas e ervas aromáticas condimentares, contribuem também para diminuir o risco de desenvolvimento de doenças neuro-degenerativas, de doenças cardio e cerebrovasculares e de vários tipos de cancro (Scarmeas, et al., 2009; Sofi, Cesari, Abbate, Gensini & Casini, 2008). Os cereais pouco refinados, os quais se destacam o trigo e o arroz, em conjunto com a batata e com as leguminosas representam as principais fontes alimentares de hidratos de carbono complexos e calorias ( Qué es la dieta mediterránea?, 2002). O elevado consumo de produtos vegetais em detrimento do consumo de produtos alimentares de origem animal contribui para uma distribuição equilibrada do balanço energético diário em que 55 a 60% da energia diária é proveniente dos hidratos de carbono, 25 a 30% dos lípidos e 10 a 15% da proteína, sobretudo de origem vegetal (leguminosas e cereais) (Qué es la dieta mediterránea?, 2002). A frugalidade e a simplicidade das refeições quotidianas constituem também elementos importantes na manutenção do equilíbrio energético diminuindo o risco de desenvolvimento de obesidade e de outras doenças metabólicas crónicas como a diabetes tipo 2 e a hipertensão arterial (Martínez-González, et al., 2008; Panagiotakos, Polychronopoulos, 2007; Willett, 2006). A cozinha mediterrânica é uma cozinha simples que tem na sua base as sopas, os cozidos, os ensopados e as caldeiradas onde se incorporam os produtos hortícolas e as leguminosas, com quantidades modestas de carne e que usa como condimentos a cebola, o alho e as ervas aromáticas para enriquecer os seus sabores e aromas. Esta simplicidade contrasta com uma culinária mais rica e elaborada reservada para os dias de festa (Valagão, 2011). Importa pois preservar e promover este modo de vida, que para além de ser uma forma saudável de comer abrange a história, a cultura e arte de bem viver dos povos que a partilham. Siga o nosso Instagram para ver fotografias relacionadas com nutrição.